segunda-feira, 6 de abril de 2009

does it worry you to be alone?

domingo, 5 de abril de 2009

às vezes minto,
tentando ser metade do inteiro que eu sinto.
''tanto faz'' não satisfaz o que preciso;
além do mais, quem busca nunca é indeciso.

Pensar X Sentir.

sábado, 4 de abril de 2009

Não leve a sério, se não levar não vai se magoar, não se magoando sempre vai se divertir, e se sentir sozinho, vá até a loja de discos visitar seus amigos;)

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Uma vez me perguntaram o que eu achava da saudade. Eu sabia, eu sempre soube o que era a saudade. Mas aquela saudade que confortava. Assim: semana que vem eu já vou tê-lo junto aos meus braços, só cinco dias, ou só vinte. Mas sabia quando certinho. E eu julgava que sabia o que era esse sentimento todo vazio de pessoa e todo cheio de dor. Hoje vejo que o que eu sentia era outra coisa, era uma vontade louca de que chegasse o fim de semana, uma dorzinha leve que iria embora breve, breve. Hoje eu sei o que é saudade realmente. É a falta sem notícias, a falta que parece permanente, a falta que não cura. É a melancolia causada pela lembrança, a tristeza que se sente pela ausência. Às vezes é estar perto, é ver a pessoa sempre, mas sem ao menos saber como vai, sem ao menos poder ser o que era antes. É disfarçar que está tudo bem e sentir falta da rotina monótona que era motivo de reclamações diárias. Isso tudo parece fácil quando não se sente. Só mais uma dor. Mas dói, dói, dói. Saudade é uma dor constante. Do latim, solitas. Angústia, nostalgia, um nó. Escrevo essa besteirinha acompanhada de uma chuva de lágrimas, tudo isso por essa palavrinha de difícil tradução. Saudade, saudade, saudade. Quanto mais se vive, mais se sente. Mais pessoas, mais despedidas. Saudade, saudade. Arranha o coração, arranca a serenidade e cisma em ficar coladinha. Saudade, saudade. Vê se me deixa de lado e fica ausente eternamente.
Iria só até o fim
Daria tudo e mais um pouco de mim
Separa um tanto que o outro eu te dou
Separa a chuva pra continuar flor!

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Mudanças. nós não gostamos delas. Nós a tememos. No entanto, não conseguimos evitá-las. Ou nos adaptamos às mudanças, ou somos deixados para trás. Crescer é doloroso. Qualquer um que te disser que não, está mentindo. Mas aqui vai a verdade: às vezes, quanto mais as coisas mudam, mais elas permanecem as mesmas. E às vezes, ah, às vezes mudar é bom. Às vezes, mudar é tudo

quarta-feira, 1 de abril de 2009

caminho em frente pra sentir saudades.


Não sei, tá tudo muito estranho ;/